Saúde Relacional

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Áreas

Observatório de Saúde Relacional

O Observatório tem uma página principal que explica o que é (pode ter vídeos no futuro) e depois uma galeria dos diferentes estudos de caso a decorrer; acabando com uma galeria da equipa de investigação

Carta Portuguesa para a Saúde Relacional  

A Carta é o ponto de partida para a criação de um Movimento, que pretende debater e disseminar o conceito de Saúde Relacional, entendido como uma abordagem que visa a melhoria global da prestação de cuidados e a promoção do bem-estar, centrados no incremento da qualidade relacional, que sirva o fim último da promoção da dignidade de todas as pessoas que integram o ecossistema da saúde.

Carta Portuguesa para a Saúde Relacional  

Os desafios presentes e futuros que se colocam à área da Saúde, face à longevidade da população, ao impacto das alterações climáticas e transição digital, à gestão de recursos e alteração do perfil dos doentes, exigem uma mudança nas estruturas e nas práticas, sustentada a partir da inovação e da humanização da prestação de cuidados.

A Carta é o ponto de partida para a criação de um Movimento, que pretende debater e disseminar o conceito de Saúde Relacional, entendido como uma abordagem que visa a melhoria global da prestação de cuidados e a promoção do bem-estar, centrados no incremento da qualidade relacional, que sirva o fim último da promoção da dignidade de todas as pessoas que integram o ecossistema da saúde.

A valorização da importância da qualidade relacional como ingrediente do cuidado é crucial para aproximar os diversos protagonistas e envolvê-los, colaborativamente, nos processos de promoção de saúde, prevenção e tratamento da doença e nos modelos de gestão dos serviços eficiente, respeitando a sua dignidade, direitos e deveres.

A qualidade relacional é o alicerce da mudança que pretendemos implementar nas estruturas e nas práticas, criando uma cultura de educação para a saúde e de cuidados que alia a ciência à compaixão.As entidades signatárias desta Carta, reconhecem a relevância da Saúde Relacional como um desígnio orientador da sua atuação e identificam-se com os seus princípios, comprometendo-se a:

  • Afirmar o princípio de que um sistema de saúde centrado nas pessoas exige, como condição previa necessária, a atenção aos cuidados centrados nas relações que se estabelecem entre todos os atores do ecossistema da saúde;
  • Reconhecer a Saúde Relacional como um fator de melhoria da qualidade dos serviços, defesa dos direitos e deveres das pessoas que integram o ecossistema da saúde, fonte de desenvolvimento e aprendizagem e fator de redução do burnout e melhoria das condições de trabalho dos profissionais;
  • Reconhecer que esta visão da Saúde Relacional deve considerar as seguintes dimensões 1) o conhecimento científico, 2) a abordagem, filosofia e atitudes, 3) os comportamentos; 4) os recursos; e 5) os impactos e trabalhá-las de uma forma integrada.
  • Assumir, ao nível da gestão de topo e dos outros níveis hierárquicos da organização, a intenção de incorporar medidas de valorização da Saúde Relacional, como parte integrante da prestação de cuidados, criando condições para o diagnóstico e reflexão em torno do tema;
  • Desenvolver uma cultura organizacional baseada na valorização da relação colaborativa entre todos os profissionais, desde a gestão de topo a todos os envolvidos na prestação de cuidados de saúde, independentemente da sua formação de base e função desempenhada;
  • Reconhecer a importância da educação para a saúde e o papel da comunidade que funciona como rede de apoio, podendo reforçar laços sociais, apoio social e inclusão, que são parte integrante da Saúde Relacional.

Para a consecução destes objetivos, propõe-se:

  • Colaborar na realização de estudos que avaliem o impacto da Saúde Relacional nomeadamente nos domínios da literacia em saúde, promoção da saúde, adesão à terapêutica, bem-estar do doente e redução de custos;
  • Privilegiar a criação de equipas de trabalho com base nos princípios e valores desta carta;
  • Diligenciar no sentido de adotar modelos de funcionamento e criação de condições, incluindo a gestão do tempo de trabalho e a organização de espaços que promovam a qualidade relacional;
  • Contribuir para a divulgação deste conceito e da Carta junto de todas as partes interessadas, em particular as pessoas doentes, gestores, colaboradores e comunidade envolvente;
  • Promover oportunidades para reflexão, aprendizagem e desenvolvimento de práticas promotoras da Saúde Relacional, seja a nível interno, seja pela partilha entre as várias organizações signatárias;
  • Analisar, avaliar e partilhar as atividades desenvolvidas e os resultados atingidos no âmbito desta Carta, promovendo a sua difusão e contribuindo para o seu fortalecimento a nível nacional e internacional.




A Carta Portuguesa para a Saúde Relacional é uma iniciativa do Movimento para a Saúde Relacional, que foi lançado no âmbito do projeto Relational Lab.

Para já, a Carta é assinada e assumida por:

  • Acreditar: Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro
  • Agy Saúde
  • Alzheimer Portugal
  • Associação Nacional de Gerontólogos
  • Associação Protetora dos Diabéticos Portugueses
  • Associação Rising Child
  • Aventura Social Associação
  • Cáritas Portuguesa
  • CUF
  • Diaverum
  • Direção Regional para as Políticas Públicas Integradas e Longevidade do Governo Regional da Madeira
  • Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto
  • Fundação de Nossa Senhora do Bom Sucesso
  • Fundação Ronald McDonald
  • Instituto São João de Deus
  • ISEG Executive Education
  • LAB PATS
  • Longevidade Digital: Senior Care Solutions
  • Nuvem Vitória
  • Ordem dos Médicos
  • Ordem dos Médicos Dentistas
  • Palhaços d’Opital
  • Pedalar Sem Idade
  • SAMS
  • Semear: Terra de oportunidades
  • Serviço de Doenças Infecciosas da ULS Gaia e Espinho
  • Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia
  • Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde
  • ULS Baixo Mondego
  • Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC)Lumiar +
  • USF Baixa
  • We Guide by Terra dos Sonhos

Carta Portuguesa para a Saúde Relacional

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Caso faça parte de uma organização ou instituição que se identifica e queira assumir a Carta Portuguesa para a Saúde Relacional como um documento relevante, assine a Carta através do botão abaixo.

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